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Parque Nacional Patagônia: O importante papel do puma no ecossistema

Os pumas são responsáveis por entregar um maior fluxo de nutrientes que enriquecem o solo e auxiliam no crescimento da vegetação.

Estudos realizados pela Fundação de Conservação Tompkins do Chile e CONAF descobriram um grande número de pumas que vivem no Parque Nacional da Patagônia, que são uma peça chave para o ecossistema patagônico.

O puma é um predador que controla a população de herbívoros, como guanacos e lebres, e de outros carnívoros, como raposas. Além disso, é um dos principais fornecedores de carreñas e alimentos para condores e inúmeras outras espécies nativas.

Tambén foi provado que são responsáveis por um maior fluxo de nutrientes que enriquecem o solo e a diversidade das plantas, ajudando a equilibrar o crescimento da vegetação em determinadas áreas.

A Fundação de Conservação Tompkins conseguiu marcar 33 pumas com um colar GPS que permite monitorar e estimar sua densidade populacional, padrões de movimento, territórios, mortalidade e fatores de ameaça. Atualmente, foi detectada uma população estável de mais de 30 pumas, entre os quais se identifica a presença de machos adultos, juvenis e fêmeas com filhotes, o que permite distinguir que a área possui condições adequadas para sua saúde e desenvolvimento.

Além disso, graças ao trabalho conjunto da Fundação de Conservação Tompkins e da CONAF, foi possível observar de perto o comportamento dos pumas na Patagônia, instalando 17 armadilhas fotográficas nas trilhas mais movimentadas, mostrando a interação que eles têm com as pessoas.

Explora o Parque Nacional Patagônia

Vale ressaltar que o Explora acaba de inaugurar um novo lodge neste local, onde se espera que os viajantes possam visitá-lo a partir de outubro de 2021. O objetivo deste novo destino é garantir a continuidade do trabalho iniciado pela Fundação de Conservação Tompkins nesta área, adotando práticas de viagens que promovam a exploração e o conhecimento dos territórios de forma a garantir a sua conservação para as gerações futuras.

É imprescindível conhecer a fundo o comportamento desses animais nas Torres del Paine e no Parque Nacional Patagônia, pois são locais que recebem muita visitação do público. Ter as ferramentas certas e estar preparado é importante para a criação de trilhas, roteiros, encontros com esses animais, mas acima de tudo, poder conservar este lugar.

  • Estudos realizados pela Fundação de Conservação Tompkins do Chile e CONAF descobriram um grande número de pumas que vivem no Parque Nacional da Patagônia, que são uma peça chave para o ecossistema patagônico.

    O puma é um predador que controla a população de herbívoros, como guanacos e lebres, e de outros carnívoros, como raposas. Além disso, é um dos principais fornecedores de carreñas e alimentos para condores e inúmeras outras espécies nativas.

    Tambén foi provado que são responsáveis por um maior fluxo de nutrientes que enriquecem o solo e a diversidade das plantas, ajudando a equilibrar o crescimento da vegetação em determinadas áreas.

    A Fundação de Conservação Tompkins conseguiu marcar 33 pumas com um colar GPS que permite monitorar e estimar sua densidade populacional, padrões de movimento, territórios, mortalidade e fatores de ameaça. Atualmente, foi detectada uma população estável de mais de 30 pumas, entre os quais se identifica a presença de machos adultos, juvenis e fêmeas com filhotes, o que permite distinguir que a área possui condições adequadas para sua saúde e desenvolvimento.

    Além disso, graças ao trabalho conjunto da Fundação de Conservação Tompkins e da CONAF, foi possível observar de perto o comportamento dos pumas na Patagônia, instalando 17 armadilhas fotográficas nas trilhas mais movimentadas, mostrando a interação que eles têm com as pessoas.

    Explora o Parque Nacional Patagônia

    Vale ressaltar que o Explora acaba de inaugurar um novo lodge neste local, onde se espera que os viajantes possam visitá-lo a partir de outubro de 2021. O objetivo deste novo destino é garantir a continuidade do trabalho iniciado pela Fundação de Conservação Tompkins nesta área, adotando práticas de viagens que promovam a exploração e o conhecimento dos territórios de forma a garantir a sua conservação para as gerações futuras.

    É imprescindível conhecer a fundo o comportamento desses animais nas Torres del Paine e no Parque Nacional Patagônia, pois são locais que recebem muita visitação do público. Ter as ferramentas certas e estar preparado é importante para a criação de trilhas, roteiros, encontros com esses animais, mas acima de tudo, poder conservar este lugar.

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