TAO Versão 2016 do usará tecnologia 3D para fotografar moai
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julho 12, 2016

Versão 2016 do Terevaka Archaeological Outreach usará tecnologia 3D para fotografar moai

Pelo quarto ano consecutivo, o arqueólogo Britton Shepardson dá início ao Terevaka Archaelogical Outreach (TAO) com o apoio do explora. A grande contribuição no 2016, para a comunidade local e científica será o registro em 3D dos moais que vai ficar no site oficial do programa e será doado ao Conselho de Monumentos Nacionais.

3d register of moais

A primeira vez que o arqueólogo Britton Shepardson chegou a Ilha de Páscoa foi no ano 2000 para iniciar um projeto de investigação para a sua faculdade e coordenar a primeira escola de arqueologia do Hawaii, que com a Ilha de Páscoa e Nova Zelândiaformam o triângulo da Polinésia. Este projeto incluía o desenvolvimento de um acampamento para que crianças estrangeiras conheçam a riqueza arqueológica de Rapa Nui. Para realizá-lo teve que fazer várias viagens entre 2000 e 2003, ele ganhou várias bolsas de estudo e conseguiu o que ele tinha planejado.

No entanto, para Shepardson era muito importante que o seu trabalho contribuísse, de alguma forma ou de outra para a comunidade local e foi assim como ele concentrou todo o seu conhecimento e investigação em educação. “Para mim, é essencial fazer coisas que contribuam para a comunidade científica, mas também para a comunidade local”, diz o arqueólogo que é a favor de compartilhar as informações que recolhe.

Um programa para a comunidade local

Preocupado com os problemas de conservação do património que tiniam na Ilha de Páscoa e consciente do valor arqueológico da ilha, começou o TAO que pretende ensinar aos jovens rapa nui arqueologia e a apreciar sua história, dando-lhes ferramentas para serem os principais embaixadores da sua cultura.

Em 2013, explora decidiu apoiar o arqueólogo através de uma aliança que tem impulsionado muito o desenvolvimento do projeto. “O trabalho com explora tem sido incrível pelos recursos oferecidos como transporte, acampamento e alimentação para a equipe. A maior mudança que conseguimos com esta aliança é que os jovens estão fora da cidade e não têm as distrações anteriores”, disse Britton.

Atualmente, o programa é conduzido com 20 adolescentes que são selecionados depois de ter sido nomeados por suas notas escolares e uma carta de motivação, que estão acampando nos jardins do hotel a partir do domingo 10 de Julho. Este ano, o programa vai se concentrar em arqueologia e na etimologia dos nomes que têm os lugares em Rapa Nui. A novidade desta edição 2016 será o registro em 3D dos moais, algo sem precedentes para a Ilha de Páscoa.

Gerando impacto

O programa consegue cada vez mais apoio e popularidade local e alguns de seus alunos já se tornaram porta-vozes da cultura Rapa Nui. Menciona um par deles: uma que se formou na primeira geração é arqueóloga, outro ex-aluno é professor de história na escola.

 

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